"Hoje vim pra casa
Mais cedo do que habitualmente
Abri a nossa porta sorridente
E disse "Olá querida, já chiguei"
Não te vi na sala
Nem mesmo na cozinha te encontrei
Nem na casa de banho, eu bem chamei
Lembrei-me então do quarto e nele entrei
E o que vi naquela hora eu já mais pla vida fora irei esquecer
Tempestade de cíume fez de mim como é costume, um outro ser, que hei-de eu fazer...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Não sei porquê sou ciumento ciumento
Só sei que...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Tenho ciume só sei que tenho ciume
de ti...
Estava habituado a ter-te à minha espera na cozinha,
A lavar a roupa, tão sozinha
Sempre a pensar que tu eras só minha
Que desilusão saber que não me amas afinal
Que sou pra ti como um qualquer mortal
E esta dor de cabeça faz-me mal
E o que vi naquela hora eu já mais pla vida fora irei esquecer
Tempestade de cíume fez de mim como é costume, um outro ser, que hei-de eu fazer...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Não sei porquê sou ciumento ciumento
Só sei que...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Tenho ciume só sei que tenho ciume
de ti... "
Emanuel Casimiro
Tempestade de Ciume
terça-feira, 26 de junho de 2007
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