Gostava de agradecer o convite para colaborar nesta pérola do mundo dos blogs, espero estar à altura. Gostaria de iniciar a minha participação com este vídeo de um artista pouco conhecido nos meios mais comerciais da música pimba. Como podem comprovar, o espectáculo deste artista é festa garantida! Sras e Srs, meninos e meninas, camaradas e amigos...Richard Baeta!
quinta-feira, 28 de junho de 2007
terça-feira, 26 de junho de 2007
És Rei do Xuning
"Tás pronto para o xunning ?
O xunning espera por ti...
Velocidade... emoção...
ser bimbo... é a tua profissão
Se tu tens problemas
Já que não és ninguém aqui
Vai ao banco levantar o teu dinheiro
Porque o xunning está à espera de ti
Agarras no teu 1100
Rebaixas a suspensão
Metes uns vidros fumados
E um motor que dê tesão
Tu és o Rei do xunning
vais correr para a ponte em contra-mão
És o mais bimbo dos bimbos
E ser bimbo é a tua profissão
Estás possuído com o carro
E não consegues perceber o senão
De teres trocado a tua namorada
Por um escape e umas jantes de competição
Fazes rateres à porta de hospitais
Pensas que o teu carro é uma bomba
Mas toda a gente que te vê deseja
Que o motor te "expluda" na tromba
Tu és o Rei do xunning
vais correr para a ponte em contra-mão
És o mais bimbo dos bimbos
E ser bimbo é a tua profissão
Já compraste o cd dos scorpions
E com 3000 watts de som
Andas a passear com a janela aberta
A impores o teu som
Mas eu queria-te dizer uma coisa
Que toda a gente sabe, e tu não
Não é nenhum segredo
Tu és bimbo, ó meu cabrão !!!
Tempestade de Ciume
"Hoje vim pra casa
Mais cedo do que habitualmente
Abri a nossa porta sorridente
E disse "Olá querida, já chiguei"
Não te vi na sala
Nem mesmo na cozinha te encontrei
Nem na casa de banho, eu bem chamei
Lembrei-me então do quarto e nele entrei
E o que vi naquela hora eu já mais pla vida fora irei esquecer
Tempestade de cíume fez de mim como é costume, um outro ser, que hei-de eu fazer...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Não sei porquê sou ciumento ciumento
Só sei que...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Tenho ciume só sei que tenho ciume
de ti...
Estava habituado a ter-te à minha espera na cozinha,
A lavar a roupa, tão sozinha
Sempre a pensar que tu eras só minha
Que desilusão saber que não me amas afinal
Que sou pra ti como um qualquer mortal
E esta dor de cabeça faz-me mal
E o que vi naquela hora eu já mais pla vida fora irei esquecer
Tempestade de cíume fez de mim como é costume, um outro ser, que hei-de eu fazer...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Não sei porquê sou ciumento ciumento
Só sei que...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Tenho ciume só sei que tenho ciume
de ti... "
Emanuel Casimiro
Tempestade de Ciume
Mais cedo do que habitualmente
Abri a nossa porta sorridente
E disse "Olá querida, já chiguei"
Não te vi na sala
Nem mesmo na cozinha te encontrei
Nem na casa de banho, eu bem chamei
Lembrei-me então do quarto e nele entrei
E o que vi naquela hora eu já mais pla vida fora irei esquecer
Tempestade de cíume fez de mim como é costume, um outro ser, que hei-de eu fazer...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Não sei porquê sou ciumento ciumento
Só sei que...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Tenho ciume só sei que tenho ciume
de ti...
Estava habituado a ter-te à minha espera na cozinha,
A lavar a roupa, tão sozinha
Sempre a pensar que tu eras só minha
Que desilusão saber que não me amas afinal
Que sou pra ti como um qualquer mortal
E esta dor de cabeça faz-me mal
E o que vi naquela hora eu já mais pla vida fora irei esquecer
Tempestade de cíume fez de mim como é costume, um outro ser, que hei-de eu fazer...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Não sei porquê sou ciumento ciumento
Só sei que...
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Tenho ciume só sei que tenho ciume
de ti... "
Emanuel Casimiro
Tempestade de Ciume
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Juventude Desesperada
Com um futuro incerto,
Tu sofres com razão,
Desesperadamente, procuras algo que te faça viver,
Procuras teu primeiro emprego,
Dás mil voltas sem parar,
E entras num desespero,
Porque tu queres e não consegues encontrar...
E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...
E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...
Procuras uma porta aberta
Para teus sonhos realizar
Mas estas tão sempre fechadas
Então pra quê uma vida inteira a estudar
E entras num desespero
Na auto-destruição
No álcool e na droga
E até na prostituição...
E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...
Manuel Brás
Juventude Desesperada
ps- Atentem na frase: "E entras num desespero, Na auto-destruição, No álcool e na droga
E até na prostituição..."
Tu sofres com razão,
Desesperadamente, procuras algo que te faça viver,
Procuras teu primeiro emprego,
Dás mil voltas sem parar,
E entras num desespero,
Porque tu queres e não consegues encontrar...
E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...
E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...
Procuras uma porta aberta
Para teus sonhos realizar
Mas estas tão sempre fechadas
Então pra quê uma vida inteira a estudar
E entras num desespero
Na auto-destruição
No álcool e na droga
E até na prostituição...
E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...
Manuel Brás
Juventude Desesperada
ps- Atentem na frase: "E entras num desespero, Na auto-destruição, No álcool e na droga
E até na prostituição..."
A pouco e Pouco...
Vá lá, são sete e meia, amor, e tens que ir trabalhar.
Acordas-me com um beijo e um sorriso no olhar.
E levantas-me da cama, depois tiras-me o pijama,
Faço a barba e dá na rádio o Zé Cid a cantar.
Apanho um autocarro, vou a pensar em ti, tu levas os miúdos ao jardim infantil.
Chego à repartição, dou um beijo no escrivão
E nem toco a secretária que é tão boa.
A pouco e pouco se constrói um grande amor,
De coisas tão pequenas e banais,
Basta um sorriso, um simples olhar
Um modo de amar a dois.
Um modo de amar a dois.
E às 5 e meia em ponto, telefonas-me a dizer.
Não sei viver sem ti amor, não sei o que fazer.
Faz-me favas com chouriço, o meu prato favorito.
Quando chego p’ra jantar, quase nem acredito.
Vestiste-te de branco, uma flor nos cabelos
Os miúdos na cama e acendeste a fogueira.
Vou ficar a vida inteira a viver dessa maneira,
Eu e tu, e tu e eu, e tu e eu e tu
A pouco e pouco se constrói um grande amor,
De coisas tão pequenas e banais,
Basta um sorriso, um simples olhar
Um modo de amar a dois.
Um modo de amar a dois.
José Cid...
A pouco e pouco...
Acordas-me com um beijo e um sorriso no olhar.
E levantas-me da cama, depois tiras-me o pijama,
Faço a barba e dá na rádio o Zé Cid a cantar.
Apanho um autocarro, vou a pensar em ti, tu levas os miúdos ao jardim infantil.
Chego à repartição, dou um beijo no escrivão
E nem toco a secretária que é tão boa.
A pouco e pouco se constrói um grande amor,
De coisas tão pequenas e banais,
Basta um sorriso, um simples olhar
Um modo de amar a dois.
Um modo de amar a dois.
E às 5 e meia em ponto, telefonas-me a dizer.
Não sei viver sem ti amor, não sei o que fazer.
Faz-me favas com chouriço, o meu prato favorito.
Quando chego p’ra jantar, quase nem acredito.
Vestiste-te de branco, uma flor nos cabelos
Os miúdos na cama e acendeste a fogueira.
Vou ficar a vida inteira a viver dessa maneira,
Eu e tu, e tu e eu, e tu e eu e tu
A pouco e pouco se constrói um grande amor,
De coisas tão pequenas e banais,
Basta um sorriso, um simples olhar
Um modo de amar a dois.
Um modo de amar a dois.
José Cid...
A pouco e pouco...
Porque a musica portuguesa já merecia....
Pois bem...este blog serve para dar a conhecer todas aquelas letras, todos aqueles sons que nós, comuns mortais, apenas ouvimos uma ou duas vezes na vida, e infelizmente não apanhamos mais do que três ou quatro palavras da letra...
Nem textos nem imagens....apenas letras de musicas....
Abraços...Addio, adieu, aufwiedersehen, Goodbye...
Nem textos nem imagens....apenas letras de musicas....
Abraços...Addio, adieu, aufwiedersehen, Goodbye...
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