quinta-feira, 28 de junho de 2007

O vinho faz maravilhas

Gostava de agradecer o convite para colaborar nesta pérola do mundo dos blogs, espero estar à altura. Gostaria de iniciar a minha participação com este vídeo de um artista pouco conhecido nos meios mais comerciais da música pimba. Como podem comprovar, o espectáculo deste artista é festa garantida! Sras e Srs, meninos e meninas, camaradas e amigos...Richard Baeta!

terça-feira, 26 de junho de 2007

És Rei do Xuning



"Tás pronto para o xunning ?
O xunning espera por ti...
Velocidade... emoção...
ser bimbo... é a tua profissão

Se tu tens problemas
Já que não és ninguém aqui
Vai ao banco levantar o teu dinheiro
Porque o xunning está à espera de ti
Agarras no teu 1100
Rebaixas a suspensão
Metes uns vidros fumados
E um motor que dê tesão

Tu és o Rei do xunning
vais correr para a ponte em contra-mão
És o mais bimbo dos bimbos
E ser bimbo é a tua profissão

Estás possuído com o carro
E não consegues perceber o senão
De teres trocado a tua namorada
Por um escape e umas jantes de competição
Fazes rateres à porta de hospitais
Pensas que o teu carro é uma bomba
Mas toda a gente que te vê deseja
Que o motor te "expluda" na tromba

Tu és o Rei do xunning
vais correr para a ponte em contra-mão
És o mais bimbo dos bimbos
E ser bimbo é a tua profissão

Já compraste o cd dos scorpions
E com 3000 watts de som
Andas a passear com a janela aberta
A impores o teu som
Mas eu queria-te dizer uma coisa
Que toda a gente sabe, e tu não
Não é nenhum segredo
Tu és bimbo, ó meu cabrão !!!

Aperta Aperta com ela....

Tempestade de Ciume

"Hoje vim pra casa
Mais cedo do que habitualmente
Abri a nossa porta sorridente
E disse "Olá querida, já chiguei"
Não te vi na sala
Nem mesmo na cozinha te encontrei
Nem na casa de banho, eu bem chamei
Lembrei-me então do quarto e nele entrei

E o que vi naquela hora eu já mais pla vida fora irei esquecer
Tempestade de cíume fez de mim como é costume, um outro ser, que hei-de eu fazer...

Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee

Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Não sei porquê sou ciumento ciumento

Só sei que...

Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee

Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Tenho ciume só sei que tenho ciume
de ti...

Estava habituado a ter-te à minha espera na cozinha,
A lavar a roupa, tão sozinha
Sempre a pensar que tu eras só minha
Que desilusão saber que não me amas afinal
Que sou pra ti como um qualquer mortal
E esta dor de cabeça faz-me mal

E o que vi naquela hora eu já mais pla vida fora irei esquecer
Tempestade de cíume fez de mim como é costume, um outro ser, que hei-de eu fazer...

Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee

Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Não sei porquê sou ciumento ciumento

Só sei que...

Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee
Tenho ciume, ciume, ciume, ciume, ciume
ciumeeeeeeeeeeeeeee

Se volto a ver-te como hoje te vi
Dou-vos um tiro a ele e a ti
Tenho ciume só sei que tenho ciume
de ti... "

Emanuel Casimiro
Tempestade de Ciume

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Juventude Desesperada

Com um futuro incerto,
Tu sofres com razão,
Desesperadamente, procuras algo que te faça viver,
Procuras teu primeiro emprego,
Dás mil voltas sem parar,
E entras num desespero,
Porque tu queres e não consegues encontrar...

E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...

E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...

Procuras uma porta aberta
Para teus sonhos realizar
Mas estas tão sempre fechadas
Então pra quê uma vida inteira a estudar
E entras num desespero
Na auto-destruição
No álcool e na droga
E até na prostituição...

E és tu um jovem
O futuro de amanhã
A quem prometem uma vida estável
A quem prometem uma vida sã...

Manuel Brás
Juventude Desesperada

ps- Atentem na frase: "E entras num desespero, Na auto-destruição, No álcool e na droga
E até na prostituição..."

A pouco e Pouco...

Vá lá, são sete e meia, amor, e tens que ir trabalhar.
Acordas-me com um beijo e um sorriso no olhar.
E levantas-me da cama, depois tiras-me o pijama,
Faço a barba e dá na rádio o Zé Cid a cantar.
Apanho um autocarro, vou a pensar em ti, tu levas os miúdos ao jardim infantil.
Chego à repartição, dou um beijo no escrivão
E nem toco a secretária que é tão boa.

A pouco e pouco se constrói um grande amor,
De coisas tão pequenas e banais,
Basta um sorriso, um simples olhar
Um modo de amar a dois.
Um modo de amar a dois.

E às 5 e meia em ponto, telefonas-me a dizer.
Não sei viver sem ti amor, não sei o que fazer.
Faz-me favas com chouriço, o meu prato favorito.
Quando chego p’ra jantar, quase nem acredito.
Vestiste-te de branco, uma flor nos cabelos
Os miúdos na cama e acendeste a fogueira.
Vou ficar a vida inteira a viver dessa maneira,
Eu e tu, e tu e eu, e tu e eu e tu

A pouco e pouco se constrói um grande amor,
De coisas tão pequenas e banais,
Basta um sorriso, um simples olhar
Um modo de amar a dois.
Um modo de amar a dois.

José Cid...
A pouco e pouco...

Porque a musica portuguesa já merecia....

Pois bem...este blog serve para dar a conhecer todas aquelas letras, todos aqueles sons que nós, comuns mortais, apenas ouvimos uma ou duas vezes na vida, e infelizmente não apanhamos mais do que três ou quatro palavras da letra...

Nem textos nem imagens....apenas letras de musicas....

Abraços...Addio, adieu, aufwiedersehen, Goodbye...